Marcelo Oliveira, de 30 anos, estava internado em hospital da Unifesp, que confirmou a morte nesta segunda-feira, 26; Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime

26 out 2026 - 21h06

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- Por: Ana Magalhães e Adriana Victorino

Resumo

O engenheiro ambiental Marcelo Oliveira, de 30 anos, morreu nesta segunda-feira (26) após ser espancado e roubado em Santos (SP). A agressão ocorreu na madrugada de sábado (24), após ele participar de um ato político em apoio a Lula. Encontrado inconsciente, a vítima chegou a ser internada em coma induzido, mas não resistiu. O caso foi registrado pela Polícia Civil como roubo seguido de lesão corporal grave, enquanto relatos em redes sociais apontam suspeita de homofobia na motivação do crime.

O engenheiro ambiental e mestrando Marcelo Oliveira, de 30 anos, morreu na tarde desta segunda-feira, 26, após ter sido espancado no último sábado, 24, em Santos, no litoral de São Paulo. Ele havia participado de um ato político em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A morte foi confirmada pelo hospital da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde ele estava internado.

Marcelo, que era estudante da Unifesp, havia participado de uma apresentação da Banda Esquerdantina, na Avenida Conselheiro Nébias, nos arredores do Sindicato dos Petroleiros do Litoral Paulista (Sindipetro). Por volta das 3h, ele se afastou dos amigos para ir ao banheiro.

Marcelo Oliveira foi encontrado desacordado pelos amigos.

Foto: Reprodução/Instagram / Estadão

Segundo nota divulgada pela banda nas redes sociais, o engenheiro foi encontrado inconsciente e socorrido. "Diversas publicações relatam que a agressão seria motivada por homofobia", afirmou o grupo.

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Após a agressão, Marcelo foi internado em estado grave e permaneceu em coma induzido. Ele foi inicialmente levado à Santa Casa de Santos e, posteriormente, transferido para um hospital na capital paulista.
A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) informou que o engenheiro foi abordado por diversos homens, que o espancaram e roubaram seus pertences. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime.
"O caso foi registrado como roubo com resultado de lesão corporal grave na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos", afirmou a secretaria, em nota divulgada antes da confirmação da morte.
Segundo a Prefeitura de Santos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Marcelo à Santa Casa de Santos. A Guarda Civil Municipal não foi acionada para atender à ocorrência.
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