Igor Gadelha

Amigo de Flávio Bolsonaro (PL), advogado Willer Tomaz viajou para o exterior em meio à investigação da PF contra ele na "Farra do INSS"

Igor Gadelha

19/10/2026 02:00

Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz

A Polícia Federal (PF) ligou o alerta após o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro (PL), viajar ao exterior nos últimos dias em meio à investigação contra o jurista na chamada “Farra do INSS”.

À coluna, o próprio Willer confirmou que viajou para fora do Brasil na semana passada. Ele disse ter viajado com a esposa e os dois filhos e ressaltou que não há qualquer proibição para que deixasse o país.

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Reprodução

Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz
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Flávio Bolsonaro passou a se posicionar pelo fim da escala de trabalho 6x1
Reprodução Metrópoles
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O advogado Willer Tomaz (centro, com punho em riste) reunido com políticos em um rancho, em Planaltina. Atrás dele estão Elmar Nascimento e Juscelino Filho. Sentado no canto direito da foto, está Weverton Rocha (com o dedo em riste). Em pé, no centro e ao fundo, estão Arthur Lira e Paulo Azi
Reprodução/revista piauí
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PF aponta fragmentação de valores para dificultar rastreio de emendas
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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Operação Sem Desconto
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Willer é investigado pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, que investiga o esquema de descontos ilegais em aposentadorias do INSS revelado em primeira mão pelo Metrópoles ainda em 2025.
Nas últimas semanas, a PF enviou ao STF um novo inquérito contra Flávio para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo sua relação com Willer. O inquérito chegou à Corte no dia 8 de outubro.
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A investigação foi distribuída por meio de sorteio. O relator sorteado foi o ministro Alexandre de Moraes, principal desafeto do bolsonarismo após relatar uma série de inquéritos contra bolsonaristas.
A coincidência temporal entre o novo inquérito contra Flávio e Willer e a viagem do advogado levantou suspeitas na PF de que o jurista pode ter viajado ao exterior para “fugir” de eventuais medidas cautelares.


